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Nívea Stelmann
 
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Nickname:
Nívea Stelmann
Birthname:
Nívea Stelmann Leôncio
Hookups:
 
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Hometown:
Paraíba do Sul, Rio de Janeiro
Assets:
Vices:
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Height:
Job:
Atriz, Modelo
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Hobbies:
Ethnicity:
Country of Origin:
Chicks She's Worked With
 
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Contents

Biografia

"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer". Esta frase da música Para não dizer que não falei das Flores, do Geraldo Vandré, resume direitinho um pouco da minha história de vida pessoal e profissional. Eu sou aquela típica menina do interior que sonhava em me tornar famosa na cidade grande. Nasci e me criei na cidade de Paraíba do Sul, uma bela região do Rio de Janeiro com aproximadamente 40 mil habitantes.

Minha mãe, Janice, tem uma loja de roupas e se tornou minha empresária. Meu pai, Francisco, é empresário. Tenho dois irmãos: o Junior, que estuda Publicidade e o Rafael que faz Administração. "Todo mundo lá em casa é normal", como diz brincando, o Faustão.

Aos 12 anos, já sonhava em ser conhecida não só na minha cidade. Queria modestamente, que milhões de pessoas conhecessem Nívea Stelmann. Para tanto, comecei a fazer a cabeça da minha mãe para deixar eu vir morar sozinha no Rio. Quando fiz 16, consegui! Vim para a Cidade Maravilhosa estudar Jornalismo. Cursei até o terceiro período. Já nessa época eu queria ser "apenas" apresentadora do Jornal Nacional. Como vocês podem perceber, continuava modestíssima !!!!!

Além de estudar, eu era modelo da Ford Models e fiz muitos comerciais para televisão. Quem me via trabalhando me incentivava muito dizendo que eu deveria fazer teatro, pois tinha talento.

Como dizem que a voz do povo é a voz de Deus, lá fui eu fazer o curso de teatro do Tablado e me apaixonei. Resolvi levar mais sério a profissão e comecei a cursar Artes Cênicas na UNI-Rio.

E como diz a música lá em cima "Quem sabe faz a hora não espera acontecer", soube de um teste para a Família Brasil, na extinta TV Manchete, e fui fazer. Passei e comecei a fazer a Tati. Nesta série, o meu par romântico era o Danton Mello, já super experiente diante das câmeras. Ele foi uma gracinha, me ajudou muito, me dando um monte de dicas e sendo super colega. O programa infelizmente só durou nove meses.

Com o fim da Família Brasil na Manchete, voltei para o meu curso na UNI-Rio. Um belo dia, soube que haveria um teste para participar do quadro Estrela por um Dia, no Domingão do Faustão. E fui eu parar lá no Teatro Fênix onde era feito o programa. Para a minha felicidade ganhei a disputa naquele domingo e um mês depois, quando menos esperava o telefone tocou na minha casa: era um convite para fazer Malhação Férias, em 1996.

O Wolf Maya, que era o diretor do programa, me convidou para fazer a Luana, uma professora de tênis. Imagina que loucura! Logo eu que não sabia nem segurar direito numa raquete. Mesmo assim, não me intimidei. Fui para uma academia aprender tênis. Treinei tanto que abri o pulso. Mas valeu. Quem me via na telinha nem imaginava que até pouco tempo a única referência que eu tinha do esporte eram as belas jogadas do campeão Guga Kürten.

Depois que a minha participação em Malhação Férias acabou, e de ter ficado fora da telinha um bom tempo, quase no fim do ano, o meu querido e saudoso diretor Paulo Ubiratan me deu um verdadeiro presentão de Natal: a Carolaine, de A Indomada, uma super novela do Aguinaldo Silva e que fez com que o Brasil inteiro conhecesse melhor o meu trabalho.

Assim que acabei de gravar A Indomada, voltei a participar de Malhação, só que desta vez no elenco fixo. Lá eu fazia uma personagem que muita gente achava chata: a Mônica, uma garota mimada que maltratava - e muito - o pobrezinho do Claudinho Heinrich.

Mas nada como uma novela atrás da outra. Logo em seguida fiz a Era Uma Vez, onde quem me esnobava era o Claudinho, que vivia o Filé. Mas no final o autor foi bonzinho com a minha personagem, e a Babi acabou ficando com o Márcio Garcia.

E aí veio Suave Veneno, outro mega sucesso do Aguinaldo Silva. Nesta novela inesquecível, vivi a Eliete - a garota do bumbum dourado - lembram-se? Em virtude deste sucesso apareci em várias capas de revistas e tive, inclusive um convite para pousar nua na Playboy, que gentilmente agradeci, mas recusei, pois acredito que não ia acrescentar muito naquela época na minha carreira.

Da moça do bumbum dourado, voltei a viver uma mocinha recatada, a Gui. Desta vez em Uga-Uga e mais uma vez com o meu queridinho colega Claudinho Heinrich. O legal que desta vez os nossos personagens terminaram a novela felizes para sempre.

Meu último papel na TV foi a mulçumana Rãyna, segunda esposa de Said (Dalton Vigh), na novela O Clone. Foi um personagem bem distante das minhas origens e realidade. Aprendi muito sobre a cultura árabe, o que foi muito enriquecedor.

Atualmente estou em cartaz com a peça "Dê uma chance ao amor", junto com Mário Frias, no teatro Miguel Falabela, no NorteShopping. O texto é da Heloisa Perissé com direção de João Brandão.

Carreira

Na Televisão

  • 2007 - Sete Pecados - Elvira
  • 2005 - Alma Gêmea – Alexandra
  • 2003 - Chocolate com Pimenta – Graça
  • 2003 - Brava Gente – O dia do Amor – Torlande
  • 2001 - O Clone – Ranya
  • 2001 - Brava Gente – Chico Norato e o Boto Vingativo – Jacira
  • A Grande Família – Perdão Rose
  • 2000 - Uga Uga – Guinevere (Gui)
  • 1999 - Suave Veneno – Eliete
  • 1998 - Era Uma Vez – Babí
  • 1997 - Malhação – Mônica
  • 1997 - A Indomada – Carolaine
  • 1996 - Malhação Verão – Luana
  • 1993 - Família Brasil – Tatiana – (Rede Manchete)

No teatro

  • Dê uma chance ao amor (2002/2003) – Teteca
  • Comunhão de bens (2000) – Nicinha
  • Banana Split (1995) – Menina (Sandy)

No cinema

  • A testemunha (curta-metragem) – 2003 – Ana
  • Mater-dei (curta-metragem) – 2003 – Anne


Stuff she’s done, ie: movies, tv, albums:

 

Dudes she has worked with: